Qual a melhor dieta para perda de peso?

Qual a melhor dieta para emagrecer – se jogar nos vegetais ou apostar nas proteínas? O Blog Monday Academia resolveu investigar as características dessas duas conhecidas dietas e traz agora um resuminho para te ajudar nessa escolha.

Rica em fibras, a dieta vegetariana é rapidamente associada ao baixo consumo de gorduras saturadas, o que reflete e muito nas condições da saúde. Apesar de apresentarem menores chances de desenvolver doenças como câncer, pressão alta, diabetes e obesidade, os adeptos da dieta vegetariana sofrem com a falta de energia, resultado da carência de proteínas, cálcio e óleos, como alguns encontrados nos peixes.

A carne, por sua vez, é a principal fonte de proteínas, ferro e vitamina B. Por outro lado, a carne também possui altos níveis de gordura saturada o que não é nada legal para o colesterol, caso seja consumida descontroladamente. Por essas e outras, ela é tão conhecida por sua relação com doenças no coração, câncer e diabetes. A carne processada é uma verdadeira vilã, esqueça. Ela é riquíssima em sódio, responsável pela elevação da pressão sanguínea e da retenção de líquido.

E então…
Tanto a dieta vegetariana, quanto à base de carne, apresentam baixo teor de importantes nutrientes. Tanto um quanto o outro vão resultar em alguma perda de peso. Contudo, para que isso ocorra de maneira verdadeiramente saudável é importante mesclar boas medidas de proteínas, carboidratos e gorduras. Fica a dica!

Ana Carolina Souza e Edson Raphael
Equipe Mondayacademia.wordpress.com

Pesquisadores criam novo índice para calcular obesidade

O Índice de Massa Corporal (IMC) é usado para medir o grau de magreza ou obesidade de uma pessoa. Saber sobre a obesidade de uma população é importante em termos de saúde pública. Pois trata-se de fator de risco para doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, hipertensão e câncer.

Devido a algumas falhas encontradas no processo de medição do IMC, como não levar em consideração o sexo ou a massa muscular de cada indivíduo (mulheres têm mais gorduras; e músculos pesam mais que gorduras) e também não ser adequado para menores de 18 anos, oito pesquisadores liderados por Richard Bergman, da Universidade do Sul da Califórnia, em Los Angeles, criaram um novo método chamado Índice de Adiposidade Corporal (IAC). O IAC usa uma equação e apenas duas medidas – a circunferência do quadril e a altura da pessoa- para chegar à porcentagem de gordura no corpo.

Márcio Scomparim, técnico gerente da Monday Academia, acredita que para fins recreativos em indivíduos saudáveis o método antigo pode ser realizado sem problemas, mas para os indivíduos em que a atividade física vai além, deve-se observar cada um com particularidades fisiológicas. “Cada indivíduo tem sua particularidade e não podemos ignorá-las em casos em que a saúde venha em primeiro plano ou a performance da conquista de um recorde esteja em jogo”.

Bergman e os colegas testaram várias equações para checar qual corresponderia melhor à realidade. Eles tinham a porcentagem de gordura no corpo de duas populações estudadas anteriormente, uma de 1.733 americanos descendentes de mexicanos, outra de 223 afro-americanos.
A gordura foi medida por uma técnica de raio-X, a DXA (sigla em inglês para Absorciometria de Raios-x de Dupla Energia). A fórmula conseguiu prever com precisão a gordura corporal nos casos acima de 20%, nos casos de gordura de 25% a 30%, a precisão foi total, tendo 0% de erro na estimativa. Apenas nos casos de adiposidade abaixo de 10% a equação não foi precisa, indicando um erro de 17,4% a mais de gordura.

Mesmo que os autores do estudo reconhecem que é preciso mais medidas e de diferentes populações para validar o novo índice, Márcio apóia os avanços das tecnologias disponíveis e os métodos de medição reconhecendo a importância para o desenvolvimento da prevenção á saúde e longevidade do individuo.  

Mônica Francesco
Equipe Mondayacademia.wordpress.com com informações retiradas do site www1.folha.uol.com.br

Magro, mas obeso

Durante anos usamos o Índice de Massa Corporal (o famoso, IMC) para medir se uma pessoa está obesa ou não. Porém, pesquisa recente da Clínica Mayo, dos Estados Unidos da equipe do cardiologista Francisco Lopez-Jimenez demonstra que o IMC pode não ser tão eficaz assim.

Estudo com 2 mil adultos, com IMC considerado ideal (entre 18,5 e 25) descobriu que, mais da metade dos voluntários tinham obesidade mascarada pelos números do índice. Usando informações adicionais, como nível de colesterol e medida abdominal, os pesquisadores descobriram que, por ‘traz’ de uma silhueta magra pode se esconder “neo-obesos”.

A explicação: com o excesso de tecido adiposo ‘mascarado’ há excesso de substâncias nocivas, como o fator de necrose tumoral alfa e interleucina 6. Elas acabam inflamando as paredes dos vasos sanguíneos ajudando a entupí-los, aumentando a resistência à insulina. Assim, muitas pessoas consideradas magras tem percentual de gordura elevada e baixo volume de músculos.

Por isso, essas pessoas são consideradas ‘falsos magros’, que, por não se enxergarem gordos acabam se excedendo na alimentação. Assim, é ainda mais importante para a saúde deixar de ser sedentário e cuidar do que seu corpo ‘ingere’.

Por July Stanzioni

Equipe MondayAcademia.wordpress.com

Fórmula da felicidade?

Aqui no blog da Monday sempre recomendamos que, para uma perda de peso saudável é preciso unir uma reeducação alimentar com atividade física. Colocamos por aqui também, novas pesquisas sobre temas acerca da perda de peso.

A última, divulgada pela Universidade Johns Hopkins, em Baltimore (Maryland) parece trazer a fórmula da felicidade, um tratamento que pode bloquear o ‘hormônio da fome’, ajudando assim o indivíduo a controlar o peso.

O estudo, publicado na revista Science mostra  a pesquisa de Brad Bamett e equipe do Departamenteo de Farmacologia e Ciência Moleculares, na qual criaram um composto que interfere na grelina,hormônio produzido pelo estômago responsável pela sensação de “saciedade”.

Em estudos anteriores mostram que os níveis desse hormônio, de origem natural no sangue, são mais baixos logo após a ingestão de comida, aumentando gradativamente durante o jejum. A equipe de Barnett critou então um composto chamado GO-CoA-Tat que inibe a GOAT (responsável pela grelina), injetando-o em ratos que foram alimentados com alto níveis de gordura.

O resultado mostrou uma alteração no metabolismo, ante diminuir o apetite, assim o estudo determina que a GOAT é resultado potencial para futuros tratamentos contra a obesidade. Mas fica o alerta: apesar das  pesquisas, as formas mais saudáveis de perder peso continuam sendo a boa alimentação aliada ao exercício físico.

Por July Stanzioni

Equipe Mondayacademia.wordpress.com

A ciência do mel

Mãe é mãe. Ok! Isso é clichê, mas como elas são sábias. Desde criança a ouço dizendo: “É importante ter própolis em casa”. Eu achava que era apenas para ajudar a ‘curar’ um corte aqui, outro ali e de não deixar a garganta irritar com uma possível gripe, ledo engano.

Pesquisa da Escola de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP demonstrou que o CAPE, substância extraída da própolis é um composto fenólico que possui várias atividades biológicas, como ter efeito entiinflamatório e antimicrobiano.

Sendo assim, o CAPE poderá combater a formação de radicais-livres que são associados à obesidade e doenças como diabetes do tipo 2, além de hipertensão. Segundo a pesquisadora Aline Camila Caetano, como em um quadro de obesidade há um aumento de glicose e de ácidos graxos, há um aumento também na produção de Espécies Reativas de Oxigênio (ERO), além dos radicais livres e, a consequencia deles pode ser alguma doença com relação a resistência à insulina, diabetes do tipo 2, sem contar o risco de problemas cardivasculares.

Vale lembrar – A pesquisa ainda está em fase de conclusão, por isso há necessidade de novos experimentos antes da utilização em seres humanos. Porém, é interessante saber que a natureza nos reserva boas escolhas.

Por isso, não perca tempo… Mexa-se!

Por July Stanzioni

Equipe MondayAcademia.wordpress.com

O mal do sofá!

Você deixou de ser sedentário, faz exercícios físicos – no mínimo – três vezes por semana, tem uma dieta equilibrada e já eliminou alguns quilos extras. Perfeito. Porém, depois de tudo isso, chega em casa, fica horas em frente à televisão depois de ter ficado – no mínimo – oito horas sentado em frente ao computador ou em seu posto de trabalho.

Aí é que está a “pegadinha”, e a culpa nem é nossa (mais ou menos). Segundo pesquisa do American Cancer Society, de nada adianta nossas horas na academia se depois, passamos horas e horas sentados (vale também quando estamos no trânsito!).

Durante 14 anos a equipe acompanhou 120 mil indivíduos e toda sua rotina do dia-a-dia. O resultado é preocupante: mulheres que passam ao menos seis horas por dia sentadas têm um risco 37% maior de morrer por uma doença quando comparadas àquelas mulheres que só ficam três horas sentadas. Já os homens, na mesma situação de comparação apresentam apenas 17% de risco.

Segundo especialistas, não adianta malhar em alta intensidade uma hora/dia se no restante do tempo passamos sentados, dormindo ou inativos. Tudo isso pode contribuir para que os músculos fiquem inativos e o metabolismo cada vez mais lento.

Outro estudo também espanta: cientistas do Baker IDI Heart and Diabetes Institute, da Austrália, descobriram que quem assiste a TV por mais de quatro horas sentado está 80% mais propenso a morrer do coração. Passar horas e horas sentados, sem se mexer faz com que várias enzimas e hormônios responsáveis pela metabolização de açúcares e gorduras seja afetado, assim como não há consumo de grandes calorias (a não ser as “beliscadas”, claro!) o excesso de energia em nosso organismo fica depositado no tecido adiposo, que podem se transformar em gorduras nenhum pouco saudáveis para nós.

Consequencias do “mal do sofá”:

- Diabetes: o excesso de açúcar começa a se depositar nos vasos sanguíneos;

- Triglicérides: como o corpo armazena gordura, quando a taxa está alta demonstra que elas estão desregulando nosso corpo;

- Colesterol: quando a LDL aparece é melhor tomar cuidado e não vacilar ainda mais na dieta; – Obesidade: consequencia de (quase) todos os itens acima e trazendo todos aqueles problemas que já conhecemos.

Por July Stanzioni

Equipe MondayAcademia.wordpress.com

Durma melhor e emagreça

Pesquisas feitas por especialistas mostram que uma grande parte da população sofre com insônia, porém esse ‘mal’ não atrapalha apenas o dia-a-dia do indivíduo, mas também pode acarretar problemas físicos como a obesidade.

Segundo estudo americano publicado neste início de Setembro na revista científica Sleep, jovens em processo de emagrecimento deveriam dormir, de preferência, ao menos oito horas por noite, pois as reduções no tempo de sono podem alterar a taxa metabólica e afetar na produção de leptina e grelina – hormônios que regulam o apetite.

De acordo com a pesquisa, curtos períodos de sono podem alterar cronicamente os padrões alimentares desses indivíduos, principalmente mulheres. Além disso, consumo de gorduras entre aqueles que dormem menos é 2,2% maior do que nos outros indivíduos que dormem mais. A pesquisa também revelou que, a cada hora a mais de sono, a probabilidade de se consumir grande quantidades de calorias e petiscos diminui em 21%.

July Stanzioni

Equipe mondayacademia.wordpress.com

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